
Luanda, 19 fev (Lusa) – O Tribunal de Luanda decidiu manter em prisão domiciliária os ativistas angolanos acusados de atos preparatórios para uma rebelião, informou hoje à Lusa fonte da defesa, após notificação da decisão.
A informação foi prestada pelo advogado Walter Tondela, que juntamente com Luís Nascimento defende 10 dos 17 ativistas acusados em tribunal, mas reservando para mais tarde uma posição sobre a decisão, que resulta da primeira reavaliação, obrigatória ao fim de 60 dias, das medidas de coação.
A defesa tinha apresentado na terça-feira um requerimento pedindo a libertação sob termo de identidade e residência para os 14 em prisão domiciliária – um outro que estava neste grupo, Nito Alves, foi entretanto condenado por injúrias, em processo sumário, a seis meses de prisão efetiva -, enquanto decorre o julgamento do processo.



