
Oeiras, Lisboa, 23 jul (Lusa) – Uma auditoria do Tribunal de Contas revelou hoje que a empresa municipal gestora do metro de superífie de Oeiras, SATU, exstinta em maio, apresentava “irregularidades financeiras e contabilísticas” e “desconformidades legais”.
O Sistema Automático de Transportes Urbanos (SATU) de Oeiras foi extinto em maio e o Tribunal de Contas realizou uma auditoria, entre 2008 e 2012, para avaliar os motivos subjacentes a essa decisão, o desempenho da autarquia quanto à preparação e avaliação prévia do projeto e apurar a sustentabilidade financeira da empresa local.
As distorções detetadas, segundo o Tribunal, têm um impacto superior a 20 milhões de euros sobre a situação patrimonial líquida.
