
Lisboa, 27 jan (Lusa) — Os novos tratamentos para o cancro do pulmão estão a permitir duplicar o tempo de sobrevivência dos doentes, mas a maioria dos casos ainda tem de passar pela quimioterapia, segundo um grupo de peritos portugueses.
O presidente do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão, Fernando Barata, refere que as novas terapêuticas têm conseguido que alguns doentes que tinham uma mediana de 10 a 12 meses de vida atinjam os dois anos.
Estes avanços e a inovação terapêutica vão ser debatidos no sábado em Lisboa num encontro que reunirá cerca de 100 especialistas nacionais e estrangeiros.
