
Rio de Janeiro, 30 mar (Lusa) — A justiça brasileira bloqueou um financiamento público ligado aos trabalhos do complexo Deodoro, que acolherá 11 provas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, por suspeita de fraude, revelou hoje fonte judicial à AFP.
Um tribunal do Rio de Janeiro suspendeu o pagamento de 128,5 milhões de reais (cerca de 31 milhões de euros) do banco público Caixa Económica Federal ao consórcio responsável pela obra, formado pelas empresas BTP OAS e Queiroz Galvão.
De acordo com as informações reveladas pelo Ministério Público Federal à agência noticiosa, as duas sociedades estão a ser acusadas de fraude na documentação dos trabalhos de terraplanagem do percurso de slalom de canoagem, inaugurado em novembro.
