REFORMA ADMINISTRATIVA MARCADA PELA CRISE DO LIXO EM LISBOA

LusaLisboa, 29 set (Lusa) — A transferência de competências e de trabalhadores da câmara para as freguesias de Lisboa e a crise do lixo marcaram o primeiro ano da reforma administrativa da capital.

A primeira fase da transição de recursos humanos iniciou-se em janeiro e durou até março, ocasião em que foi aprovada a lista dos trabalhadores do município afetos aos serviços de higiene urbana e aos equipamentos que iriam passar para as freguesias, num total de 1.177, segundo o primeiro relatório da reforma administrativa, divulgado em junho.

Neste período, a gestão e a conservação de mais de 700 equipamentos passaram também para as juntas, nomeadamente equipamentos culturais e desportivos de âmbito local, estabelecimentos de ensino do primeiro ciclo e pré-escolar, jardins-de-infância e centros de apoio à terceira idade, parques infantis públicos, balneários, lavadouros e sanitários públicos, chafarizes e fontanários e feiras e mercados. A estes acresceram 350 hectares de espaços verdes.