
Cidade da Praia, 13 jan (Lusa) – O presidente cabo-verdiano criticou hoje os “adversários e os inimigos” da liberdade e da democracia, considerando que, para combater fenómenos como a insegurança, é preciso união de todas as entidades e cidadãos do país.
Numa intervenção proferida hoje à noite, durante uma atividade para assinalar os 24 anos das primeiras eleições livres e multipartidárias no país (13 de janeiro de 1991), Jorge Carlos Fonseca, que não exemplificou quem são os adversários e os inimigos, disse apenas que se consideram “mais inteligentes, mais sofisticados, mais habilidosos e mais manhosos”.
“Se não estivermos preparados e armados com os valores e princípios da democracia, a democracia poderá correr riscos. Mas estou convencido de que, como cidadão de Cabo Verde e que também lutou pela independência, primeiro (5 de julho de 1975), e depois pela democracia, a esmagadora maioria de cabo-verdianos, mais de 90%, ama a liberdade e a democracia, e se houver alguma tentação, os cabo-verdianos lutarão para a afirmação da liberdade e da democracia”, manifestou Jorge Carlos Fonseca.
