
Berlim, 29 mai (Lusa) — O Presidente da República afirmou hoje, em Berlim, que, para já, “a execução orçamental não dá razões para preocupação”, considerando mesmo que os números de abril, já na aplicação do Orçamento de Estado de 2016, constituem um “sucesso apreciável”.
Em declarações aos jornalistas pouco após chegar à Alemanha, para uma visita oficial de dois dias, durante a qual se reunirá com a chanceler alemã, Marcelo Rebelo de Sousa, questionado sobre alegadas divergências relativamente à s previsões económicos do Governo e necessidade de um eventual orçamento retificativo – e com o ministro dos Negócios Estrangeiros e “número dois” do Governo, Augusto Santos Silva, a seu lado -, sublinhou que, “da ótica da execução orçamental”, um ponto que deverá de resto abordar com Angela Merkel, “as notÃcias a dar são notÃcias boas”.
Lembrando que já teve “oportunidade de chamar a atenção para um facto que não foi muito sublinhado”, o de a execução relativamente ao mês de abril, já na aplicação do OE2016, ter dado, no saldo primário, “um resultado apreciavelmente simpático, no sentido em que há uma contenção de despesas”, o chefe de Estado admitiu que é naturalmente necessário estar vigilante, até devido a fatores externos, que não se controlam, mas insistiu que não, que “a execução orçamental não dá razões para preocupação”.



