
Pangim, Índia, 12 jan (Lusa) – O primeiro-ministro, António Costa, voltou hoje a desdramatizar a evolução da dívida portuguesa nos mercados internacionais, designadamente no prazo a dez anos, e defendeu que o último leilão de quarta-feira teve condições “razoáveis”.
António Costa falava aos jornalistas após visitar a Sé Catedral e a Basílica de Bom Jesus da Velha Goa, na Índia, ocasião em que, porém, se recusou a comentar as posições de políticos e economistas que têm defendido a nacionalização do Novo Banco.
Confrontado com o facto de os juros da dívida portuguesa estarem a atingir os valores mais elevados dos últimos três anos, o primeiro-ministro invocou a conclusão retirada por um conjunto de analistas, segundo a qual o leilão de quarta-feira, face à conjuntura existente, “teve condições razoáveis”.
