
Luanda, 17 nov (Lusa) – O chefe da Missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Angola defende que o país vive um “período excecional”, pela quebra nas receitas petrolíferas, apoiando a proposta de alteração ao limite do endividamento público, a votar na sexta-feira.
“O que o Governo está pretendendo fazer é flexibilizar o teto, que antes era um teto rígido. Para que, se por ventura, numa situação excecional, tenha que se ir acima do teto, não se viole a lei. Mas obviamente há que haver um plano para que em dois, três ou quatro anos, ou o período que seja, se volte para baixo desse teto, que agora será de referência”, explicou Ricardo Velloso.
O economista brasileiro liderou a missão do FMI que até quarta-feira esteve em Luanda para reuniões anuais com as autoridades angolanas, para análise da situação económica do país, no âmbito das consultas regulares, tendo saudado a proposta do executivo.
