
Miami, Estados Unidos, 26 nov (Lusa) — Ramón Saúl Sánchez, líder do Movimento Democracia para Cuba (MDC), no exílio, lamentou hoje que a morte de um “tirano” não signifique “a liberdade do povo de Cuba”.
“É a maior tristeza que tenho no meu coração”, disse o ativista à agência Efe.
“Gostaria de poder dizer que a morte do tirano é a liberdade do povo”, mas no caso de Cuba não é assim, “porque eles [os Castro] trataram muito bem a sucessão”.
