
Uma nova tecnologia de realidade virtual pode vir a ser a resposta para um mundo covid-19. Esta tecnologia foi usada para transmitir um concerto de música ao vivo numa casa noturna destruída há mais de 60 anos.
Foi através de efeitos de captura de movimento que Jill Barber foi “transportada” através de computação gráfica para a casa noturna Palomar, em Vancouver, que foi demolida há mais de 60 anos, e recriada virtualmente com imagens de arquivo para um concerto ao vivo para quatro mil fãs.
Com a pandemia mundial, os cantores deixaram de dar concertos ao vivo e limitaram-se apenas às “lives” nas redes sociais, a partir de casa. No entanto, esta tecnologia de animação, geralmente associada a videojogos ou até a filmes, veio dar uma nova solução para concertos durante a era pandémica.
Num estúdio de fundo verde, e com uma equipa de técnicos que transmitem o show online, os artistas podem, agora, atuar virtualmente “em qualquer parte do mundo”, mesmo em cenários que já não existem como aconteceu em Vancouver.
De relembrar que vários cantores no mundo, incluindo artistas canadianos como Alanis Morissette e Shawn Mendes, e artistas portugueses como Luísa e Salvador Sobral ou os The Gift, para além do “Rei” Roberto Carlos, fizeram concertos online durante este ano, em resultado da pandemia mundial.
A nova tecnologia, entretanto, poderá oferecer aos fãs um concerto mais próximo da realidade pré-pandemia.
