
Maputo, 06 out (Lusa) – Fora dos tradicionais meios, a campanha para as eleições gerais moçambicanas de 15 de outubro corre também nas redes sociais, onde os partidos “mais velhos” batem em seguidores o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), associado à s novas gerações.
O número de seguidores dos três principais partidos polÃticos dados quebra a retórica de que os mais novos são mais propensos para as novas tecnologia, com os históricos Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) a granjearem maiores atenções dos internautas nas redes sociais do que o emergente MDM, cujos eleitores têm sido descritos por analistas polÃticos como pertencentes a uma faixa etária compreendida entre os 18 e os 30 anos e oriunda dos meios urbanos.
Embora com presença no Twitter, a ação propagandÃstica dos “três grandes” nas redes sociais está essencialmente concentrada no Facebook, que conta cerca de 326,5 mil utilizadores em Moçambique, segundo dados da “Internet World Stats”, plataforma que estima que existam mais de 1,33 milhões de pessoas que acedem à Internet no paÃs, representando uma percentagem de cerca de 5,4% da população – cerca de 24 milhões de pessoas.



