
Tete, Moçambique, 04 out (Lusa) – O lÃder da Renamo, Afonso Dhlakama, considerou inadmissÃvel num comÃcio em Tete, noroeste de Moçambique, o nÃvel de pobreza na provÃncia com tantas empresas a explorar os recursos minerais existentes na região.
Num comÃcio realizado hoje no bairro Mateus Sansão Muthemba, na capital da provÃncia de Tete, o lÃder da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) voltou a registar uma grande adesão popular e prometeu, caso vença as eleições gerais de 15 de outubro, criar condições para que as multinacionais que operam na provÃncia contribuam com impostos para o Estado e não alimentem a corrupção.
“Muitas das empresas que existem aqui na provÃncia de Tete não pagam impostos ao Estado, mas a um grupo de chefes que enriquecem à custa do suor do povo”, afirmou.



