
Hamilton, York e Halton passaram hoje a integrar a chamada “zona vermelha” de Ontário. A categoria prevê restrições mais apertadas e aproxima as regiões de uma possível paralisação. Toronto está também na “red zone” desde sábado.
A região de Peel foi a primeira a integrar a recém-criada “zona vermelha” de Ontário, mas já não é a única. Toronto faz também parte da categoria desde sábado, dia 14 de novembro. A 16 de novembro, foi a vez de Hamilton, York e Halton entraram na “red zone”.
A “zona vermelha” faz parte de um sistema de cores criado pelo governo provincial, que posiciona as várias regiões de Ontário em etapas diferentes no contexto da pandemia, antes de uma possível paralisação.
A “red zone” é a categoria mais rígida e de maior alerta, como a própria simbologia da cor indica. Significa que essas regiões estão mais próximas de uma nova paralisação e prevê regras mais apertadas de combate à covid-19.
Na zona vermelha, os ajuntamentos devem obedecer a um limite de 10 pessoas em espaços fechados e 25 pessoas ao ar livre. Cerimónias religiosas, incluindo casamentos e funerais, devem decorrer com apenas 30% da capacidade em ambientes fechados e 100 pessoas ao ar livre.
Nesta categoria, o número máximo de clientes autorizados a frequentar um bar ou restaurante interior é de 10. Os serviços de refeições ao ar livre, de takeaway e de entrega ao domicílio continuam a ser permitidos.
Já no território de Nunavut, o premier Joe Savikataaq anunciou nesta segunda-feira, lockdown de duas semanas. Do dia 18 de novembro a 2 de dezembro, ficam fechadas todas as empresas que não sejam consideradas essenciais, creches e escolas. Também não abrem neste período centros de saúde, com exceção dos serviços de emergência.
O primeiro caso de covid-19 no território no norte do Canadá só foi registado no início deste mês e em duas semanas, o número subiu para 18.”
