
Oeiras, Lisboa, 19 fev (Lusa) — O Ministério Público (MP) qualifica de “especial censurabilidade ou perversidade” a atuação da mãe das duas crianças levadas para o rio Tejo, junto à praia de Caxias, Oeiras, indica hoje uma nota divulgada pela Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).
“Os elementos probatórios reunidos indiciam a prática de dois crimes de homicÃdio qualificado cometidos em circunstâncias reveladoras de especial censurabilidade ou perversidade, como sejam a qualidade de progenitora das menores, e a muito especial fragilidade e vulnerabilidade das vÃtimas motivada pela sua tenra idade (3 anos e 20 meses), e inerente impossibilidade de se defenderem”, refere a PGDL na sua página da internet.
A bebé morreu e a irmã de 3 anos continua desaparecida desde a noite de segunda-feira. O alerta foi dado por uma testemunha que viu uma mulher sair da água, em pânico e em avançado estado de hipotermia, a afirmar que as suas duas filhas estavam dentro de água.



