
Macau, China, 10 jul (Lusa) — O agudizar da crise tem levado muitos macaenses a deixar Portugal e a voltar a casa, onde dizem ser mais fácil progredir na carreira e ter uma vida confortável, fatores que se aliam à s saudades da cidade onde nasceram.
“Sempre quis regressar, sou um filho da terra, tinha esse bichinho”, explica António Teixeira, 34 anos, informático.
A sua é uma história comum: deixou Macau em 1999, ano da transferência da administração do território para a China, e ingressou na universidade em Portugal, para onde muitas famÃlias macaenses se mudaram por receio do futuro.



