

Está tudo a postos para a grande festa das Marchas Populares de Lisboa. O desfile na avenida da Liberdade (noite de 12 para 13) é o ponto alto, mas antes há três presentações (7, 8 e 9, às 21h30) no Meo Arena (antigo Pavilhão Atlântico), onde as coletividades, num total de 1500 marchantes, mostram ao público e ao júri o resultado final de meses de ensaios. Em tempo de crise, a poupança é palavra de ordem. Da parte da Câmara de Lisboa, o ‘bolo’ de 594 mil euros é distribuído em ‘fatias’ de 27 mil para cada marcha. O custo final, no entanto, fica entre 30 e 40 mil (os figurinos são a parte mais dispendiosa), o que obriga as coletividades a arranjar em outras fontes de financiamento e a muita “carolice”. Lisboa, os 500 anos do encontro cultural Portugal/China, o 5º centenário da construção do Bairro Alto e o 125º aniversário de Fernando Pessoa são os temas desta edição. O CM apresenta hoje as fichas de 10 marchas e amanhã as restantes 12.
