
Lisboa, 21 jun (Lusa) – A inspeção realizada ao Colégio Militar não detetou situações de discriminação, mas o Exército decidiu criar um grupo de trabalho para rever os regulamentos internos, visando minimizar os riscos, segundo um comunicado hoje divulgado.
“A atividade inspetiva realizada não identificou quaisquer evidências da existência de situações discriminatórias, motivadas por questões raciais, religiosas, sexuais, com base na orientação sexual ou por outros fatores”, refere o comunicado do Exército.
Entre as recomendações que constam no relatório, o Exército prevê “reforçar medidas de deteção por parte dos responsáveis pedagógicos de quaisquer situações de discriminação e de comportamentos que possam indiciar práticas de `bullying´.
