
Funchal, Madeira, 11 ago (Lusa) – O primeiro-ministro afirmou hoje que “não era exigível nem compreensível” que o Governo chegasse à Madeira “com um número mágico” sobre os apoios à região depois dos incêndios, sem que a avaliação dos danos esteja feita.
António Costa falava aos jornalistas no final de uma visita de quase seis horas à Madeira e, quando questionado sobre os valores em concreto que o Governo da República vai disponibilizar para o apoio à região, o primeiro-ministro foi perentório: “não era exigível nem compreensível que viéssemos aqui dar um número mágico, para o ar, sem que a avaliação tivesse sido feita”.
“O trabalho está a ser programado, as coisas têm que ser feitas como devem ser feitas, que é avaliando os danos”, justificou, explicando na terça-feira está já marcada uma reunião com representantes dos governos da República e Regional e que nos próximos 15 dias ficará concluído o levantamento dos danos.
