
Lisboa, 13 nov (Lusa) — O número de investigadores nas instituições portuguesas aumentou em 2014, mas houve uma diminuição de despesa em relação ao Produto Interno Bruto, segundo os dados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional de 2014 (IPCTN 2014).
Estas conclusões do inquérito hoje divulgado pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) poderão ainda sofrer alterações até à sua publicação definitiva, que está prevista para o final do primeiro semestre de 2016.
Em 2014 havia 38.487 investigadores, o que significa que 7.4 em cada mil pessoas em idade ativa tinham essa função, segundo os dados provisórios, que revelam um aumento de 674 investigadores em relação a 2013, ano em que se registou uma forte quebra do número de investigadores em Equivalente a Tempo Integral (ETI) e Permilagem da População Ativa.
