
Luanda, 04 ago (Lusa) – As autoridades sanitárias angolanas anunciaram que estão a criar condições para que não haja ruturas de medicamentos, como a que foi registada este ano devido às fortes chuvas e que multiplicou os casos e óbitos por malária.
A informação foi hoje avançada pelo coordenador do Programa Nacional de Combate à Malária, Filomeno Fortes, à margem da cerimónia de assinatura de um financiamento de 60 milhões de dólares (53,5 milhões de euros) pelo Fundo Global para o combate à malária e HIV/SIDA.
Filomeno Fortes disse que depois de o país ter vivido até maio um surto epidémico de malária, a principal causa de morte em Angola, devido à elevada quantidade de chuva registada no país, agora o número de casos e de óbitos tende a diminuir.
