Lisboa, 10 fev (Lusa) — O ensaísta Eduardo Lourenço encerrou hoje a segunda sessão do Congresso Internacional Fernando Pessoa, que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, dizendo que os participantes ali reunidos constituem “uma seita” do autor.
“Estamos aqui como se fossemos uma seita”, disse o ensaísta, que se tinha referido anteriormente ao fascínio que o poeta Fernando Pessoa (1888-1935) exerce sobre quem o lê.
“Pessoa fascina-nos porque parece uma coisa óbvia e na realidade é uma coisa rara. Não posso ler Fernando Pessoa sem estar lendo a mim próprio”, afirmou o ensaísta.
