ESTUDO EM IMIGRANTES DA ÁFRICA SUBSARIANA APONTA FALHAS NA PREVENÇÃO E DETEÇÃO DO VIH

LusaLisboa, 30 mai (Lusa) — Cerca de sete por cento das mulheres e quatro por cento dos homens imigrantes vindos da África subsariana e a viver no distrito de Lisboa tiveram resultado reativo no teste rápido do VIH, que pode indicar presença da infeção.

Os dados constam de um estudo do Instituto de Higiene e Medicina Tropical que será apresentado na terça-feira em Lisboa e que caraterizou a prevalência de infeção pelo VIH/sida em comunidades imigrantes em zonas de maior vulnerabilidade social e exclusão do distrito de Lisboa.

Mais de metade dos participantes nunca tinha realizado um teste antes e mais de um terço com resultado positivo ao VIH não tinha conhecimento de que eram portadores da infeção, segundos dados parciais a que a agência Lusa teve acesso.