ESTUDO ADMITE ESTATUTO PRÓPRIO PARA ROBÔS PARA REGULAR A SUA RELAÇÃO COM HUMANOS

LusaCoimbra, 27 jun (Lusa) — Uma investigadora de Coimbra admite a necessidade de criar um estatuto próprio para os robôs, cujas relações com os humanos levantam questões como compensações de danos e para as quais o Direito não tem resposta.

“O Direito não está preparado para regular as relações sociais, profissionais e pessoais entre humanos e robots”, que são máquinas cada vez mais sofisticadas e inteligentes, afirma Ana Elisabete Ferreira, do Centro de Direito Biomédico (CDB) da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (UC).

Perante esta realidade, deveriam os robôs ter responsabilidade jurídica, questiona a investigadora, que está a desenvolver um estudo sobre o assunto desde 2011.