
O grupo português DST, o grupo belga de resíduos industriais Indaver, a SUMA, constituída pela Mota-Engil e Urbaser, e a espanhola FCC continuam na corrida à privatização da EGF, confirmaram à Lusa fontes ligadas à operação.
O Governo anunciou na quinta-feira que recebeu quatro propostas vinculativas dos candidatos à privatização da EGF, a ‘holding’ do grupo Águas de Portugal (AdP) para o setor dos resíduos, de um lote de sete candidatos que passaram à segunda fase de privatização.
De fora ficaram os agrupamentos constituídos pelo grupo português de gestão de resíduos EGEO, que se aliou ao fundo de investimentos em infraestruturas Antin, bem como o consórcio composto pelas brasileiras Odebrecht e Solvi, que não apresentaram propostas.
