
Lisboa, 14 set (Lusa) – A exigência de critérios ambientais nas compras do Estado vai ser alargada a áreas como serviços alimentares ou de manutenção de espaços verdes, num sistema que tem tido sucesso na adesão voluntária, disse hoje um responsável da entidade gestora.
Na Estratégia Nacional para as Compras Públicas Ecológicas, “a ideia é alargar o âmbito dos produtos prioritários i introduzir questões relacionadas com os serviços alimentares, serviços de manutenção de espaços verdes, ou telemóveis”, referiu à agência Lusa o vice-presidente da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP), César Pestana.
Portugal tem uma Estratégia Nacional para as Compras Públicas Ecológicas, desde 2008, para incentivar a introdução de critérios ambientais nas compras das entidades do Estado vinculadas, como os ministérios, e de algumas voluntárias, como autarquias, que têm vindo a aderir ao sistema, atingindo cerca de 600 unidades.
