
E foi ontem aprovado um acordo histórico sobre a transição dos combustíveis fósseis na cimeira das Nações Unidas sobre o clima. O ministro federal do Ambiente, Steven Guilbeault, fala de um acordo “monumental” para o mundo. O objetivo dos quase 200 países é atingir as zero emissões líquidas até 2050.
O ministro do Ambiente do Canadá falou de um acordo “monumental” que aconteceu na cimeira das Nações Unidas sobre o clima.
É a primeira vez que a cimeira de quase 200 países concorda coletivamente com a transição dos combustíveis fósseis para os sistemas energéticos.
Steven Guilbeault afirma que o Canadá desempenhou um papel de liderança na solidificação do acordo alcançado na quarta-feira, 13 de dezembro, para encerrar a COP28 no Dubai.
“O acordo define o tom para os próximos anos, à medida que continuamos os nossos esforços para enfrentar a crise climática”, escreveu numa declaração publicada no X, antigo Twitter. “Este resultado é monumental.”
O acordo de 21 páginas apela aos países para que abandonem os combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, “acelerando a ação nesta década crítica, de modo a atingir as emissões zero até 2050”.
De acordo com os atuais compromissos do Canadá, as emissões globais de gases com efeito de estufa deveriam diminuir 2% até 2030, em comparação com os níveis de 2019. Para ter uma hipótese de atingir os 1,5 graus, o acordo reconhece a necessidade de cortes nas emissões de 43% até 2030 e de 60% até 2035.
Para acelerar a transição, o acordo prevê triplicar a capacidade de produção de energias renováveis e duplicar a taxa anual de eficiência energética até 2030.
