
Lisboa, 05 mar (Lusa) – O ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, pediu hoje “um efetivo direito ao contraditório” e “uma defesa com a mínima igualdade de armas” sobre as investigações a decorrer, particularmente a auditoria pedida pelo Banco de Portugal.
Num comunicado, o ex-presidente executivo do BES refere que “manterá o comportamento de não interferir ou condicionar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito ou quaisquer procedimentos de averiguação que estejam em curso”, esperando que um dia lhe venha a ser dado “um efetivo direito ao contraditório e a uma defesa com a mínima igualdade de armas”.
Ricardo Salgado acrescenta que, quando assim for, estará certo de que “se chegará, finalmente, à descoberta da verdade sobre as razões que levaram ao desaparecimento do BES, não baseadas em pré-juízos ou conclusões pré-determinadas”.
