
Lisboa, 02 jan (Lusa) – Um grupo de 170 investidores do Banco Espírito Santo (BES) apresentou a 31 de dezembro de 2014 uma queixa-crime contra “desconhecidos e pessoas não identificadas, mas identificáveis” a propósito da medida de resolução aplicada pelo Banco de Portugal (BdP).
No texto, a que a agência Lusa teve acesso, os queixosos reclamam que sejam constituídos arguidos o governador e os administradores do BdP, os membros dos órgãos sociais do BES nos últimos anos e também os membros da administração do Novo Banco.
“Queremos que 2015 seja um ano de esperança e um ano de verdade por contraposição com 2014”, declarou à agência Lusa o advogado Miguel Reis, representante dos queixosos.
