Lisboa, 30 set (Lusa) – As consultas com médico de família aumentaram e as idas a urgências de hospitais públicos diminuíram, mas em contrapartida mais do que duplicou o número de pessoas que recorreram a hospitais privados e a farmacêuticos, desde 2013.
As conclusões constam de um estudo encomendado pelo Ministério da Saúde à Universidade Nova, coordenado pelo economista Pita Barros, denominado “Políticas Públicas na Saúde: 2011-2015 Avaliação do Impacto”, e que foi hoje apresentado publicamente.
No âmbito do acesso à saúde, quando questionados sobre a forma de auxílio procurada pelos utentes quando se sentiram doentes, o estudo revelou que entre 2013 e 2015 diminuíram as idas a consultas sem marcação no centro de saúde ou a uma urgência de um hospital público, de 46,15% para 38,51% e de 40,29% para 36,79%, respetivamente.
