Lisboa, 02 jul (Lusa) – A grande maioria da população já não depende de hospitais psiquiátricos de estadia prolongada, contudo nos hospitais gerais que passaram a seguir estes doentes continuam a faltar cuidados na comunidade e ao domicílio, mantendo modelos há muito ultrapassados.
Estas são as principais conclusões do primeiro relatório nacional e do relatório europeu sobre transição dos cuidados de saúde mental para a comunidade que são hoje apresentados na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.
Os relatórios da “EU Joint Action on Mental Health and Wellbeing” focam os aspetos positivos e negativos da transição de modelos institucionais para modelos baseados na comunidade.
