
Justin Trudeau já chegou ao Japão para a Cimeira do G7. O primeiro-ministro chegou a Hiroshima, para o encontro de líderes onde se espera que promova uma maior cooperação em matéria de segurança global e económica, para evitar a instabilidade geopolítica e as tensões com a China e a Rússia.
O primeiro-ministro Justin Trudeau aterrou em Hiroshima, no Japão, para a Cimeira dos Líderes do G7, onde se espera que promova uma maior cooperação em matéria de segurança global e económica, para evitar a instabilidade geopolítica e a ameaça das alterações climáticas.
No entanto, todas as atenções estão viradas para a forma como os países do G7 decidem abordar especificamente a ameaça da China.
Além das tensões elevadas com os chineses, a reunião entre os países do G7 ocorre com uma guerra em curso na Ucrânia. O Canadá deve procurar obter a cooperação dos membros do G7 para prestar apoio contínuo ao país invadido pela Rússia.
Na cimeira vão estar, para além do Canadá, os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Japão. O encontro deste ano centra-se em sete pontos principais da agenda, incluindo as questões geopolíticas e de segurança global, resiliência económica, alterações climáticas e energia.
Antes da cimeira, Justin Trudeau concluiu, na quinta-feira, a primeira visita oficial à Coreia do Sul, onde os dois países chegaram a acordos sobre a cadeia de abastecimento de minerais críticos, utilizados em veículos elétricos, e a mobilidade dos jovens.
A estratégia do Governo liberal para a região do Indo-Pacífico visa o reforço das relações militares e económicas na região, a fim de contrabalançar a influência de Pequim.
