
Lisboa, 08 mar (Lusa) – Os riscos de violência política continuam a existir em Timor-Leste, mas o país está a trabalhar para ultrapassar a destruição causada pela “ocupação brutal” pela Indonésia durante um quarto de século, diz a consultora Aon.
Na análise por país que acompanha o relatório de Risco Político 2015, divulgado esta semana, a consultora especializada em gestão de risco, os consultores dizem que Timor-Leste, “apesar de ser um país fraco em áreas críticas como a supervisão regulatória e legal, tem instituições muito mais fortes que na altura da primeira e prematura tentativa de retirada das Nações Unidas, em 2005”.
As receitas petrolíferas e a gestão efetiva do Governo facilitaram a criação de alguns projetos importantes de infraestruturas, e a vontade de aderir à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, no original em inglês) “é um passo importante para melhorar a base económica”, principalmente porque os países vizinhos como a Indonésia, Singapura e Filipinas estão a planear acelerar os projetos de investimentos no país”.
