
A notícia de ontem sobre a saída de Julie Payette do cargo de Governadora-geral do Canadá já fez arrancar reações de vários líderes canadianos.
No dia seguinte à resignação de Julie Payette, lideranças canadianas divulgaram as suas reações, em que destacavam os motivos da decisão. Payette demitiu-se do cargo de Governadora-geral do Canadá na quinta-feira, dia 21 de janeiro, no seguimento de denúncias de assédio moral e agressões verbais aos funcionários do Rideau Hall.
O primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, que indicou Payette em 2017 para o cargo, fez um comunicado onde reconhece que “todos os funcionários do Governo do Canadá têm o direito de trabalhar num ambiente seguro e saudável”.
Também Erin O’Toole, líder do Partido Conservador, já reagiu à demissão e apela a que o primeiro-ministro “consulte os partidos da oposição” e “estabeleça um comité de nomeações”.
Por outro lado, Jagmeet Singh, do NDP, destaca as dificuldades dos trabalhadores que tiveram de “suportar um ambiente de trabalho inseguro”.
Justin Trudeau aponta, agora, e de forma provisória, Richard Wagner, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça , para o cargo, até novas indicações.
Também um dia após a resignação, um porta-voz do Palácio de Buckingham disse que a Rainha está a ser informada da situação e deixará todas as decisões sobre este assunto nas mãos do governo canadiano.
