
Lisboa, 11 nov (Lusa) – O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou hoje no parlamento que não usou qualquer informação “secreta ou privilegiada” sobre a participação de portugueses no movimento radical Estado Islâmico e reiterou não ter ameaçado a segurança nacional nem dos cidadãos.
“Não usei qualquer informação secreta ou privilegiada” na entrevista à Rádio Renascença no passado dia 21, disse Rui Machete durante uma audição na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades.
Nessa entrevista, o ministro disse que existem entre 12 a 15 portugueses a combater nas fileiras do autoproclamado Estado Islâmico e que dois ou três cidadãos, principalmente raparigas, querem regressar a Portugal.
