
Sintra, 09 nov (Lusa) — Um estudo pedido pela Câmara de Sintra, sobre a presença de amianto em 30 escolas do ensino básico, conclui que as fibras no ar estão abaixo do limite de exposição a este material perigoso para a saúde.
De acordo com um relatório do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), a que a Lusa teve acesso, todos os resultados das amostras analisadas “se encontram abaixo do valor limite de exposição a fibras de amianto, não indiciando risco para a saúde dos utilizadores dos espaços avaliados”.
O vice-presidente da câmara, Rui Pereira (PS), considerou que, perante o resultado do estudo às coberturas em fibrocimento, “é recomendado para não se mexer e se fazerem medições regulares, para monitorizar que os materiais não se degradam”.
