

O espaço de manobra é curto, sem folgas, mas o Executivo quer garantir o menor impacto possível no orçamento dos portugueses e evitar também novas correções.” Luís Marques Guedes, o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, garantia desta forma que as compensações nas contas para este ano serão ajustadas do lado da despesa, com a renegociação das parcerias público-privadas, reduzindo os encargos do Estado, e com contenção nos ministérios.
Como documento ainda a ser ultimado, os técnicos do Ministério das Finanças trabalharam em contrarrelógio, pela noite dentro, para que o documento entre ainda esta manhã no Parlamento, e será defendido por Vítor Gaspar no dia 7 de junho.
O Governo excluiu a possibilidade de um segundo Orçamento Retificativo este ano, apesar das previsões pessimistas da OCDE.
