
O procurador da justiça americana, Michael Sherwin declarou que a mulher canadiana, presa em setembro sob acusação de enviar uma carta contaminada com ricina mortal para o presidente norte-americano Donald Trump, é considerada perigosa demais para ser posta em liberdade.
O processo criminal contra Pascala Ferrer, que foi presa a 20 de setembro na fronteira do Canadá com os Estados Unidos, teve novos desenvolvimentos.
Ferrer, de 53 anos de idade, de nacionalidade francesa e naturalizada canadiana, é acusada de ter enviado oito cartas contaminadas de ricina mortal ao presidente dos Estados Unidos e, também, a funcionários públicos no Texas.
Os promotores da justiça americana apresentaram provas para impedir que a acusada seja posta em liberdade através do pagamento de fiança.
As cartas contaminadas tinham as impressões digitais de Ferrer, que no momento da sua prisão estava com uma arma de fogo e documentos falsificados.
Os promotores argumentam, ainda, que a canadiana, que é desenvolvedora da web, promovia ataques virtuais contra o presidente americano no Twitter.
