
São Tomé, 14 out (Lusa) – A missão de observação da CPLP às eleições em São Tomé e Príncipe considerou hoje que o processo foi “livre e transparente” e que a compra de votos, conhecida como “banho”, não terá influenciado os resultados.
Em conferência de imprensa na capital são-tomense, o chefe da missão de observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Luís Fonseca, referiu que o processo, que era “relativamente complexo” por se realizarem em simultâneo legislativas, autárquicas e regional, decorreu com “grande tranquilidade”.
“As eleições foram livres, transparentes e contribuíram para o reforço do processo democrático”, disse o embaixador cabo-verdiano.
