
Carlos Silva, secretário-geral da UGT está a acompanhar a crise do BES com grande preocupação, afirmando que tem que se ter em conta que estão em causa 7.000 postos de trabalho.
O líder da central sindical espera que a Justiça actue rápido, adiantando que “Se se descobrem novos dados que vêm criar questões criminais que o Banco de Portugal detetou, então a Justiça que faça o seu trabalho.”
Para Carlos Silva, à UGT resta apenas acompanhar o caso, acima de tudo, com grande preocupação, e defender quase 7.000 postos de trabalho.
Declarações feitas no final de uma reunião com o secretário de Estado dos assuntos Fiscais, Paulo Núncio sobre a reforma do IRS.
O responsável frisou que o BES está agora com uma nova administração, defendendo que é necessário dar uma margem de confiança e de manobra ao novo Conselho de Administração para a estabilização da instituição financeira.
