
O presidente do BCP acredita que o banco vai ser “muito diferente” a partir do próximo ano, depois de ter sido arrumada a casa nos últimos anos.
Para Nuno Amado, no ano que vem “vamos ter um banco muito diferente”, reforçando que vão fazer os possíveis para que 2015 seja um ano totalmente diferente dos anos anteriores.
Questionado sobre o regresso aos lucros, voltou a apontar para a possibilidade de o ‘break even’, ou seja, o equilíbrio entre receitas e gastos, ser alcançado ainda este ano, mas só em termos trimestrais.
O gestor realçou ainda que há boas notícias da área internacional, considerando que a este ritmo vai contribuir com 200 milhões de euros para os resultados anuais do banco, isto, sem ganhos excecionais.
O contributo das operações internacionais (excluindo a Roménia, que deu prejuízo no semestre) para o resultado líquido consolidado do BCP foi de 99 milhões de euros entre janeiro e junho, mais 13% do que em igual período do ano passado.
