
Redação, 23 jan (Lusa) — O manifesto dos “Cidadãos contra o ‘Acordo Ortográfico’ de 1990” (AO90), hoje divulgado, contesta o “critério da pronúncia” adotado, que “gerou aberrações” e afirma que “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”.
O manifesto, que é dirigido ao Chefe de Estado, ao parlamento e ao Governo, a juízes dos tribunais, “aos portugueses, funcionários públicos, escolas públicas, particulares e cooperativas, respetivos professores e alunos, universidades, editoras e autoridades administrativas independentes”, afirma que “o processo de entrada em vigor do AO90, nos Estados lusófonos, começou por ser um golpe político”.
Chamam a atenção, os subscritores, que Angola e Moçambique, “os dois maiores países de Língua Portuguesa a seguir ao Brasil”, “nunca o ratificaram”, enquanto Portugal, Brasil e Cabo Verde “o mandaram ‘aplicar’ obrigatoriamente”.
