
Pequim, 09 jan (Lusa) — O órgão anticorrupção da China, a Comissão Central para a Inspeção de Disciplina do Partido Comunista, iniciou uma depuração interna após mais de três anos de campanha em que puniu responsáveis governamentais, militares e empresários.
Segundo a imprensa oficial chinesa, os mais de 500 mil investigadores de casos de corrupção do país vão ser submetidos, a partir de agora, a medidas de supervisão mais duras, com a aprovação, no domingo, de uma nova normativa sobre a sua atividade.
Esta regulação foi adotada no encerramento de um encontro da Comissão em que também foi decidido afastar dois dos seus membros, Wang Zhongtian e Li Jianbo, acusados de “violações disciplinares”, expressão usada pelas autoridades para se referirem aos casos de corrupção.
