
Grândola, Setúbal, 07 jan (Lusa) – O secretário-geral do PCP disse hoje que o processo do Novo Banco “corre neste momento o sério risco de se traduzir num processo de contornos iguais ao BPN” e defendeu o “controlo público da banca”.
“A utilização da resolução ao BES [Banco Espírito Santo] corre neste momento o sério risco de se traduzir num processo de contornos iguais ao BPN em todas as dimensões”, afirmou hoje Jerónimo de Sousa, durante um almoço-convívio do PCP, em Grândola.
Para o líder do PCP, “se depois de pagar a resolução, a opção do Governo for vender o Novo Banco por um preço a desconto, então essa resolução em nada difere da chamada nacionalização do BPN”.
