
Lisboa, 01 dez (Lusa) – O ativista angolano Luaty Beirão, cujo diário da prisão foi apresentado na quarta-feira à noite em Lisboa, mereceu elogios de Pacheco Pereira e Daniel Oliveira, que destacaram a sua “pedagogia da coragem” em “tempos de miséria ideológica”.
O “cota Pacheco”, como carinhosa e respeitosamente lhe chamou Luaty, classificou a obra, intitulada “Sou Eu mais Livre, Então” e publicada em Portugal pela Tinta-da-China, como “um livro que ajuda à visibilidade e à luta dos angolanos, de gente que tem uma espécie de mal-estar” em relação ao regime do Presidente José Eduardo dos Santos, um livro que “merece ser lido e merece ser discutido”.
“Nestes tempos de miséria ideológica, é muito importante que alguém se dê ao trabalho de resistir”, sublinhou o historiador e comentador político.
