
Lisboa, 25 nov (Lusa) — A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) pediu hoje ao Ministério da Educação que resolva, até janeiro, “os problemas de ilegalidades” das carreiras de 7.500 professores, nomeadamente no que toca a corresponder salários a anos de serviço.
“Em relação às carreiras, propusemos que a partir de 01 de janeiro os problemas de ilegalidade estejam todos resolvidos”, anunciou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, no final do encontro com o ministro Tiago Brandão Rodrigues, no âmbito das reuniões trimestrais criadas pela tutela, para debater os problemas do sector.
Segundo Mário Nogueira, existem cerca de 7.500 profissionais em situação ilegal: são 4.200 docentes que entraram para os quadros para o 1.º escalão, apesar de terem muitos anos de serviço; três mil professores que estão há seis anos sem progredir nos escalões e “mais algumas dezenas” que estão há nove anos com novos graus académicos – doutoramentos ou mestrados -, mas não viram essa formação académica refletida no vencimento.
