
Lisboa, 11 nov (Lusa) — O Ministério da Saúde vai criar mecanismos para travar o crescimento da despesa com os dispositivos médicos, depois de deixar cair a contribuição extraordinária prevista no relatório do Orçamento do Estado para 2017.
No documento, que o Governo entregou no dia 14 de outubro, estava prevista uma contribuição extraordinária das empresas de dispositivos médicos, que deveriam render 35 milhões de euros.
Manuel Delgado confirmou que esta contribuição não se mantém no documento que vai ser debatido na próxima segunda-feira, pelos deputados das comissões parlamentares da Saúde e do Orçamento e Finanças.
