
Lisboa, 28 out (Lusa) – A Força Aérea considera que o acidente com o avião C-130 em julho, no qual morreram três militares, poderia ter acontecido com qualquer outra tripulação, nas condições de voo impostas ao piloto em instrução, que revelou inexperiência.
De acordo com as conclusões do processo de averiguações aberto pela Força Aérea, que já foi remetido à Polícia Judiciária Militar, para a experiência e condições de voo impostas ao piloto em instrução, o acidente é considerado “fortuito e ocasional”.
No documento, a que a agência Lusa teve acesso, fica patente que o piloto em instrução revelou “inexperiência” no exercício e “manifesta dificuldade” na execução da manobra de “aborto à descolagem” que o instrutor, uma das três vítimas mortais do acidente, lhe pediu para fazer, destinadas ao treino de controlo da aeronave, no dia 11 de julho passado.
