Chimoio, Moçambique, 23 out (Lusa) – O número de deslocados, que fogem do conflito polÃtico-militar em Manica, centro de Moçambique, em busca de abrigos seguros, aumentou largamente, nos últimos meses, disseram à Lusa os responsáveis dos centros de acomodação provisórios.
Cerca de seis mil pessoas estão alojadas em centenas de tendas distribuÃdas pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INCG) em quatro centros de acomodação nos distritos de Gondola, Vanduzi, Mossurize e Báruè, os dois últimos severamente atingidos pelo conflito que opõe as Forças de Defesa e Segurança (FDS) ao braço armado da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo).
“Em duas semanas foi registada a entrada de 1.016 deslocados oriundos de 11 zonas, incluindo da provÃncia de Sofala”, disse à Lusa Rogério Abril, chefe dos pavilhões do recém-criado centro de acomodação de Vanduzi, uma zona abrangida pela coluna de viaturas de escolta militar obrigatório no troço da N7, entre as provÃncias de Manica e de Tete.



