
Lisboa, 11 ago (Lusa) — A Ordem dos Médicos defende o fim definitivo dos turnos de urgências de 24 horas e a criação de um registo que controle tempos de trabalho, medidas para evitar a exaustão que já levou profissionais a adormecer em serviço.
“Trabalhar 24 horas seguidas é extremamente penoso, é de uma violência extrema”, argumenta o bastonário José Manuel Silva, em declarações à agência Lusa.
Em nome da segurança dos doentes, a Ordem defende o fim definitivo dos turnos de 24 horas de trabalho, seguido em serviço de urgência.
